Charles Facundo, Advogado

Charles Facundo

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Joao Anon, Bacharel em Direito
Joao Anon
Comentário · há 9 anos
Seus dados históricos são controversos:

Wikipedia: "Algumas fontes cristãs medievais relatam que os Assassinos teriam por hábito consumir esta substância antes de perpetrarem os seus ataques, induzindo-lhes a visão do Paraíso. Contudo, as fontes ismaelitas não fazem referência a qualquer prática deste tipo, sendo esta lenda resultado de relatos de Marco Polo e de outros viajantes europeus no Médio Oriente."

Logicamente que no Oriente havia o hábito de consumir maconha, principalmente no antigo Egito e regiões próximas. Havia também o uso das fibras da maconha em confecções de roupas e tecidos diversos. O consumo da maconha não é diferente do que o consumo do álcool, que também é bem antigo na humanidade. A verdade é que consumir maconha é bem mais seguro, já que a própria ciência afirma que o "álcool é 144 vezes mais letal que a maconha".

Afinal, os efeitos da maconha são relaxantes e não estimulantes. Como que uma pessoa vai se tornar um assassino profissional sob o efeito dessa planta? Ele precisa de coragem, de algo que lhe faça ficar agitado, como o álcool e a cocaína. O pouco que trabalhei como advogado verifiquei que agressão doméstica ou mesmo nas ruas públicas são realizadas sob o efeito do álcool.

Napoleão, como a história já clarificou, combateu a maconha por causa do canhamo, já que grande parte dos tecidos e outros materiais eram feitos dessa fibra, o que era pouco proveitoso para as indústrias têxteis, já que o canhamo é mais resistente e mais barato para fabricação e produção de tecidos. Recomendo você pesquisar sobre a "guerra do canhamo".

Outra coisa, meu caro amigo, sejamos bem realistas, ok? Você realmente acha que os governos estão preocupados com a saúde da população? Ou que grandes empresas querem seres humanos saudáveis? Olhe o mundo a sua volta, faça esse pequeno favor. O que você vê? Interesses comerciais, econômicos, guerras pelo poder, cada qual tentando ser superior e etc. Realmente você acha que proibiram a maconha para evitar a criação de assassinos perfeitos? Vamos ver se em uma guerra eles dão maconha antes do confronto. Certamente depois, já que maconha é eficiente para reduzir a dor e o estresse de uma batalha.

Recomendo assistir esse vídeo que prova que certas drogas são totalmente contrárias a uma ação violenta: https://youtu.be/Ttuu2NBKSc4
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Sergio Abib de Castro, Advogado
Sergio Abib de Castro
Comentário · há 9 anos
Faltou dizer, entre outras coisas, no suporte histórico, que a maior concentração de THC natural, foi constatada, desde a colonização britânica na Índia, (mas já era conhecida no antigo Egito) no chamado HAXIXE. Este é uma espécie de super maconha - não confundir com a atual "super" bombardeada em laboratório - com efeitos alucinógenos potencializados e maioria das vezes recorrentes e descontrolados.
A curiosidade é que seus usuários, indianos e orientais, consumiam a cannabis "forte", com poderosa concentração, sabe para quê? Para cometer homicídios e crimes encomendados, pois o efeito alucinógeno amortece o julgamento e a razão, a ponto de o usuário cometer qualquer crime ou desatino, sem remorsos ou considerações sociais, legais e morais.

É do "haxixe", que, numa corruptela semântica, derivou o termo "haxaxin" , depois Haxassin e que acabou por tomar a forma da palavra ASSASSINO, com o significado que hoje conhecemos. O matador profissional sem escrúpulos, eis amortecidos pelo alucinógeno violento. Na antiguidade clássica, na província da Judeia, os romanos constataram seu uso por uma tribo de matadores profissionais a soldo, os SICÁRIOS.
A história pregressa do canabinol terapêutico, não é só cor de rosa. É trevosa, no correr dos séculos. Napoleão sabia o que estava fazendo. Afinal ele invadiu o Egito. E o artigo, como os demais da mesma cepa, tenta misturar o uso terapêutico de UM dos 400 componentes canabinóis, com a liberação recreativa e viciante, além de inutilizante da droga, questionando a proibição legal. Típico.
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